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CONCERTO DE OUTONO PELA ORQUESTRA DE CÂMARA DA MAIA e-mail
cartaz A Orquestra de Câmara da Maia realiza no próximo domingo, dia 10 de novembro, às 16h00, no Grande Auditório do Fórum da Maia, com entrada livre, um Concerto de Outono, que assinala o início da nova temporada.

Sob a direção do Maestro Leandro Alves e com a participação da Pianista Ana Beatriz Ferreira, a Orquestra de Câmara da Maia interpretará o Concerto para piano e orquestra nº 20 e a Sinfonia nº 36 em Dó Maior “Linz”, de W. A. Mozart.

O mesmo programa será apresentado no próximo dia 12 de novembro, no Auditório do Deca – Universidade de Aveiro, num concerto a realizar-se à 21h30.

A Orquestra de Câmara da Maia é uma coletividade sediada no Fórum Jovem da Maia ao abrigo do Programa de Apoio ao Associativismo Juvenil do Pelouro da Juventude da Câmara Municipal da Maia.

Leandro AlvesLEANDRO ALVES
Iniciou os seus estudos de oboé na ARTAVE com o professor Saúl Silva e posteriormente com o professor Domingos Freitas, e concluiu a Licenciatura em Ensino de Música (oboé) na classe do professor Pedro Ribeiro.
Frequenta o Mestrado em Direção de Orquestra na Universidade de Aveiro com o maestro Ernst Schelle. Tem participado em Cursos de Direção de Orquestra e de Banda, onde trabalhou com diversos maestros dos quais se destacam Douglas Bostock, Ernst Schelle, Jean-Sebastien Béreau, Jésus Médina, Luís Gustavo Petri e Roberto Montenegro, e com as orquestras Filarmonia das Beiras, do Algarve, Clássica do Centro, e Ensemble da Banda Sinfónica Portuguesa.
Foi selecionado para a “Audição para Jovens Maestros” (2010) organizado pela Orquestra Metropolitana de Lisboa. Paralelamente ao seu percurso académico, tem trabalhado regularmente com a Orquestra de Cordas do DeCA – Universidade de Aveiro. Desde 2010 tem sido uns dos maestros do programa “Música na Escola” da Orquestra Filarmonia das Beiras com Jorge Castro Ribeiro como apresentador.
Foi um dos maestros do “Ciclo Beethoven (2011-2013 – Integrais das Sinfonias e dos Concertos para Piano” da Orquestra Filarmonia das Beiras.
No domínio da Ópera, estreou-se com “Dido e Eneias” de Purcell à frente da Orquestra da Cordas do Conservatório de Música de Coimbra, tendo também dirigido como maestro e encenador a Ópera “La Serva Padrona” de Pergolesi, com a Orquestra Filarmonia das Beiras e o Estúdio de Ópera do Centro.
Em junho de 2012 acompanhou Vitorino em concerto com a Orquestra de Cordas do Conservatório de Música de Coimbra. Foi o maestro do VIII Estágio da Orquestra de Sopros da Guia.



Ana BeatrizANA BEATRIZ FERREIRA
Nasceu em Évora, a 7 de agosto de 1991.
Começou os seus estudos de Piano aos 7 anos de idade, na Academia de Música de Santa Cecília.
Em 2006 ingressou na Escola de Música do Conservatório Nacional, na classe da Professora Ana Valente, tendo concluído, em 2009, o Curso Complementar de Piano com a classificação máxima de 20 valores, recebendo o Prémio de Mérito atribuído pelo Ministério da Educação.
Ingressou, em seguida, na Escola Superior de Música de Lisboa, onde estudou com o Professor e Pianista Miguel Henriques.
Em 2011 foi admitida no Royal College of Music, em Londres, na classe da Professora Ruth Nye, um dos raros discípulos de Claudio Arrau. Integra, atualmente, a classe da reputada Professora e Pianista russa, Dina Parakhina.
Ana Beatriz foi premiada em diversos concursos nacionais; 1º Prémio do II Concurso Nacional de Piano Maria Christina Pimentel (Torres Vedras, 2001), 2º Prémio do Concurso Joseph Haydn (Lisboa, 2007), 1º Prémio do IV Concurso Lopes-Graça no Nível Médio (Tomar, 2008), 2º Prémio do Concurso Jovens Músicos (sem 1º atribuído) na Categoria Música de Câmara (Lisboa/Porto 2009) e 2º Prémio no V Concurso Lopes-Graça – Nível Superior (Tomar, 2010).
Ao longo dos seus anos como estudante em Santa Cecília e no Conservatório Nacional de Lisboa, teve oportunidades de se apresentar em várias salas do País das quais se destacam a Sala do Convento da Graça (Torres Vedras), Biblioteca Municipal e Cine-Teatro Paraíso (Tomar), Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, Auditório Rainha Santa Isabel do Centro Cultural Casapiano, Jardim de inverno do Teatro de S. Luiz, Pavilhão de Portugal, Sala dos Espelhos do Palácio Foz, Sala Amália Rodrigues do Centro Cultural de Belém (Lisboa).
Em 2007, apresentou-se pela primeira vez com orquestra (Orquestra do Conservatório Nacional), tocando o Carnaval dos Animais, de Saint-Saëns no Salão Nobre do Conservatório Nacional (concerto transmitido em direto pela RDP Antena 2) e no Auditório Principal do Centro Cultural de Belém.
Em 2008, interpretou o 1º andamento do Concerto Grosso nº 6 de Schnittke com a Orquestra de Cordas do Conservatório Nacional.
Em abril de 2011, a convite do MPMP (Movimento Patrimonial pela Música Portuguesa) interpretou obras de Óscar da Silva e Eurico Carrapatoso, no Museu da Música Portuguesa - Casa Verdades de Faria, em Cascais.
Em novembro do mesmo ano, apresentou-se em recital no Centro Cultural de S. Lourenço, no Algarve, com obras de Mozart e Liszt. Em março de 2012, teve oportunidade de representar a cultura portuguesa no Festival Watercolours organizado pelo Royal College of Music, onde tocou obras de Vianna da Motta no Amaryllis Fleming Concert Hall. Em julho de 2012, apresentou-se em concerto com a Orquestra Filarmonia das Beiras, no Auditório da Reitoria da Universidade em Aveiro, interpretando o Concerto para Piano e Orquestra nº 2 em Fá, Op. 102, de Dmitri Shostakovich.
Em setembro do mesmo ano, apresentou-se em concerto, novamente, com a Orquestra Filarmonia das Beiras, no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, e no Teatro Aveirense, em Aveiro, interpretando o Concerto para Piano nº1 em Dó Maior, de Beethoven,  sob a direção do conceituado maestro Ernst Schelle. Estes dois concertos inserem-se no "Ciclo Beethoven - 2011/2013 - Integral das Sinfonias e dos Concertos para Piano"; daquela importante Orquestra.
Em abril de 2013, apresenta-se no Amaryllis Fleming Concert Hall, em Londres, inserida no Planet Piano Festival - Around the World on 88 Keys, onde mais uma vez representou a cultura portuguesa, interpretando Fernando Lopes Graça.
Ana Beatriz tem participado em diversas masterclasses, tendo já trabalhado com professores de renome como Luiz de Moura Castro, Paul Badura-Skoda, Vitaly Margulis, Boris Berman e Dmitri Alexeev.
É atualmente bolseira dos Amigos de Música de S. Lourenço e da Fundação Mundo Crastino Meliori e patrocinada pelo Grupo Jerónimo Martins. Foi-lhe atribuída, em 2011 e 2012, a Bolsa de Excelência Académica pela Fundação Eugénio de Almeida.



Orquestra camaraORQUESTRA DE CÂMARA DA MAIA
Surgiu da iniciativa de um grupo de jovens, maiatos, na sua maioria com formação inicial no Conservatório de Música da sua cidade.
Após a tentativa de junção e seleção de músicos em dezembro de 2010, em janeiro de 2011 foi fundada a Incipit - Associação Cultural Orquestra de Câmara da Maia, uma iniciativa particular apoiada logisticamente pela Câmara Municipal da Maia, com vista a sustentar a atividade desta orquestra de Jovens e ao lançamento de uma segunda orquestra profissional de âmbito nacional/internacional: A orquestra Incipit.
Entre profissionais e estagiários que se encontram a construir carreira como instrumentistas, a Orquestra de Câmara da Maia é constituída atualmente por cerca de 40 músicos, provenientes de diversas cidades do norte e centro do país.
Tendo por base a direção artística do maestro Pedro Sousa, esta orquestra está no entanto capaz de munir-se de outros maestros bem como de músicos em número suficiente para interpretar repertório de câmara ou sinfónico a fim de proporcionar aos seus executantes e ouvintes a vivência de diferentes géneros e estilos de repertório.
Para além de um laboratório de pedagogia e troca de experiências entre os intérpretes, a OCM tem como objetivo proporcionar à comunidade concertos para enriquecimento cultural e pedagógico.
Após a sua estreia na edição de 2011 do Festival de Música da Maia, concerto sobre o qual a critica se pronunciou com calorosos elogios, a OCM tem vindo a apostar na organização de Estágios de Orquestra com a colaboração do Maestro e fundador da Academia Internacional de Interpretação Musical para Orquestra Sinfónica, Ernst Schelle, na organização de concertos de produção própria, e na realização de concertos de protocolo seja em formação de Orquestra de Câmara, sinfónica ou do seu quarteto de cordas.
Até ao momento a OCM colaborou com diversos grupos e instituições, tendo também recebido vários jovens solistas portugueses em ascensão.
 
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